terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Ao gênio de Irará

 Por Ronaldo Faria


Só pra homenagear e desejar vida mais do que longa, mais do que eterna, longeva além do tempo. Que a Mama Água mumifique sua música. Para o sempre na eternidade que a maternidade desde a criação nos dá. Assim, apelo ao apelo (leiam com entonações diferentes que essa língua maluca do português nos dá) que qualquer santo diz ter e ser de que os quase 90 virem mais tantos e vários oitos em coitos com a criação que a loucura nos (lhe) dá. Hosana, Tom Zé...

Já que a dor é exequível, façamo-nos

Por Ronaldo Faria Aqui, a brincar com as letras esotéricas e elétricas que surgem bêbadas e cansadas de se repetirem, a frágil frigidez do...