terça-feira, 19 de abril de 2022

Waly Salomão 3

 Por Ronaldo Faria

Gritemos e nos engalinhemos, nos engalfinhemos, naquilo que isso for. Nos esforcemos para aguentarmos quem não nos entende e nunca nos entenderá. Seja em que esfera for. Sorte do Vinicius, Tom e tantos mil outros que optaram pela orgia ou solidão. Fechar ou se abrir entre janelas sobre a Guanabara. Sob a distância, a alquimia de ser, ver e ouvir e se calar. Se dar em si mesmo em nome dos outros, se amputar, se calar, se fazer um nada a nadar nas antropofagias de se matar. Ouvir as “verdades” e calar. Viver o amor perfeito no peito que se esvai vida afora. Em mililitros ser julgado. As ideias, os versos e reversos, esses que se fodam. O tanto vivido, sobrevivido, renascido, refeito, premido, calcinado de pesadelos e desmazelos, que se foda. A vida é, enfim, uma foda maldada. Eu preciso...

Oh, minha honey baby.”

(Wally Salomão)

Um coletânea feita há 54 anos

  Por Edmilson Siqueira Em 1972, ou seja, há 54 anos, Sergio Mendes já tinha sucessos suficientes para produzir uma coletânea. Ela foi lança...