terça-feira, 5 de abril de 2022

A Gonzagar

 Por Ronaldo Faria

Estrada a viver, cruzes a cruzar, arrepios de corujas tristes como seres a chorar e piar e cruzar e correr. Nas corredeiras a reinar dentro de cheiros da sanfona branca e fugaz, milhares (e se ponham milhões e bilhões) de minutos, diminutos no tanto que se possam fazer. Viva Gonzagão. No tecer da história, quase nada, milimetricamente afora, um pouco mais de páginas a cruzar um quase nada e outro pouco depois, ouro e louco ou pouco nada se viver. Me faço apenas um pedaço de quase nada a surgir. Mas que Caraíva é um tudo todo, isso é.


Um coletânea feita há 54 anos

  Por Edmilson Siqueira Em 1972, ou seja, há 54 anos, Sergio Mendes já tinha sucessos suficientes para produzir uma coletânea. Ela foi lança...