Por Ronaldo Faria
Afinal a ouvir e ver um DVD de anos atrás. Como diz o cara (ele não
disse e nem falou), há tempo pra tudo. Remédios são um tédio. Vejo-te doença no
privativo. Mas curti o tal de opioide.
DOIS APAIXONADOS POR MÚSICA A FALAREM DE VINIS, CDS E DVDS
Por Ronaldo Faria
Afinal a ouvir e ver um DVD de anos atrás. Como diz o cara (ele não
disse e nem falou), há tempo pra tudo. Remédios são um tédio. Vejo-te doença no
privativo. Mas curti o tal de opioide.
Por Ronaldo Faria
A foto sobre a mesa é como sobremesa que se paga com regalo para o sabor desfrutar. Nela, o casal sorri com todos os dentes possíveis e factíveis. Ao fundo, um mar que se desdobra em dobras de ondas cheias de espumas e futuras agruras aos camarões que decidem perto do mundo chegar. Alguns chegarão, outros irão morrer sem sequer saber.
Na foto, colocada há tempos
naquele lugar que o pó já deixou parte dela obscura, os dois se entregam entre
tréguas e tragos ao amor que poucos saberão em Terra que possa existir. No
redor de tudo, num céu de azul nunca sucinto, uma e outra gaivota volta do seu
buscar. E tudo se faz princípio, meio e fim. Mas, porém, no entretanto de todo contudo, no meio é só precipício.
Por Ronaldo Faria
Por Ronaldo Faria
Já que é pra estar vivo e enrolar uma palhinha do careta, que venha
tudo como fosse à madrugada uma linda e anarquista ... (os sábios saberão como rimar). Aos caretas, trombeta.
(Com Gil e um corta-dor quiçá a me livrar da dor)
Por Ronaldo Faria
Por Ronaldo Faria
Metamorfose desde ser parido à fimose. Conglomerado de ideias, pesadelos, transtornos, torniquetes e celebrações promíscuas e pífias, nas perfídias e desditas. Talvez simbiose em quântica osteoporose que junta ossos, destroços e mil outros troços. Afinal, tanto faz como tanto fez. Num dia qualquer só irá sobrar "um aqui jaz". Assim, para por fim no fim, ouçamos o som das águas como fosse um prelúdio em jazz. Água que do alto cai, cairá...
Por Ronaldo Faria
Por Ronaldo Faria
Por Ronaldo Faria
Por Ronaldo Faria
O entardecer se faz crepúsculo
na orgia que une luz de sol e nuvens brancas que escurecem sob as montanhas que
nada mais são do que entranhas que viajam no céu avermelhado e amarelo que bronzeia
a cadela caramelo. Entre pedras de um santo que pede para ver e crer, nas
letras diversas das efemérides plenas, o tempo se perde em pedras e paixões.
Nas entranhas, de mochilas encilhadas na própria estrada, calcinadas nas
montanhas brancas de pó e fuligem, casais vão a se misturar na maré além-mar.
No olhar, mistura de paixão e brancas névoas de brisa a se largar, o amor de
dois corpos se entrega a mais um trago. Largado em seus próprios pensamentos, feito
unguentos que curam até o santo preso numa cruz, o poeta cumpre a complacência
de apenas sê-lo. Ser do tempo de lamber selos e envelopes de carta com a língua
pra se entregar à saudade transitória que está em trânsito entre os olhos e o
coração. Na cachoeira que se estreita aos sentidos vãos, uma brincadeira entre
a dor e o sobrenatural.
(Com Ventania na cuca)
Por Ronaldo Faria Afinal a ouvir e ver um DVD de anos atrás. Como diz o cara (ele não disse e nem falou), há tempo pra tudo. Remédios são ...