sábado, 4 de novembro de 2023

A ouvir Pedro Salomão

 Por Ronaldo Faria


Perdi o texto anterior. Erro meu ou da poesia? Certamente meu, entregue a nada a viver. Como diria o poeta em verve, “a poesia não serve pra nada”. Como no passado, corta a lauda, reescreve, cola tudo, faz de conta que o papel é algo a se refazer e revisar. E era. Mas, agora, como reaver aquilo que um dia longínquo se pensou? Não há como. No anacrônico pincel do tempo não existe voltar atrás. Aqui, a boca insana só chama outra boca escondida numa  traquitana esperava a se esgueirar para beijar...


Um coletânea feita há 54 anos

  Por Edmilson Siqueira Em 1972, ou seja, há 54 anos, Sergio Mendes já tinha sucessos suficientes para produzir uma coletânea. Ela foi lança...