terça-feira, 31 de outubro de 2023

No mundo dos Mutantes

 Por Ronaldo Faria


Não sei se saberei falar dos Mutantes agora. Afinal, não estou numa ágora. Falta-me a praça pública e a mulher púbica para grassar. E nem Rita Lee há mais. Mas, afinal, o que hoje haverá? Talvez um mar distante, uma saudade equidistante, um náufrago se afogando errante? Quem poderá delimitar a fátua linha entre a verdade, a sanidade e a sina? Torquato Neto naquele momento final teria razão ou não? Quem, em sã consciência, poderá responder ou viralizar (leia-se que o Word do Windows 11, talvez já velho, não aceita a palavra viralizar)? Como os tempos mudaram e se transmutaram. Mas, bata macumba... Bata incomensurável e afável a quem lhe quiser. Sejamos nós apenas um nó a mais entre a vida e a finitude. Na amplitude da efeméride proscrita e aflita, possamos procrastinar o que ainda nos resta, sem pressa. À inválida e vazia panela da eternidade não façamos filé mignon onde carne de terceira tiver...

Um coletânea feita há 54 anos

  Por Edmilson Siqueira Em 1972, ou seja, há 54 anos, Sergio Mendes já tinha sucessos suficientes para produzir uma coletânea. Ela foi lança...