quinta-feira, 28 de julho de 2022

Dick e Copa

 Por Ronaldo Faria

Farsas que não sobrevivem à voz de Dick Farney. Falsetes de tons que Copacabana nunca verá.  Quem sabe um andar a ouvir bolivianos a tocar nas suas pedras que misturam ondas a chegar e vagar. No meio de tudo, um pai no fim da vida a tentar o teu Rio de nascença te mostrar. Ou então uma voz a dizer que o seu mundo estava a se desfazer em areias que se esvaem entre dedos a dedilhar um poema qualquer. Mas, para quem não sabe sequer a que veio nesse veio sem fim, ai de mim... Em Copacabana, sem drama, a ti como tu, mais ninguém.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Um coletânea feita há 54 anos

  Por Edmilson Siqueira Em 1972, ou seja, há 54 anos, Sergio Mendes já tinha sucessos suficientes para produzir uma coletânea. Ela foi lança...