terça-feira, 26 de julho de 2022

Ao Júlio Reis

 Por Ronaldo Faria

Viver de amor, em flor. A si mesmo florescer. Talvez um pouco nada ou um nada de ninguém. Um pedacinho de qualquer coisa, partícula naquilo que for. Cadência de diminuta existência, fagulha no universo do louvor. Brincadeira atemporal no temporal que não veio, veio incrustado de busca à espera daquilo que somente urge ao mundo que não se faz. Afinal, ao mundo a realidade quiçá se refaz. Quem sabe uma alegria efêmera, uma incerteza ao mundo profunda, a inefável sofrência de sê-lo. Em desmazelo, me jogo ao nada. Na cadência do universo, o atropelo... Nas notas de um tempo atrás, uma valsa à serenata.

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