terça-feira, 28 de abril de 2026

Às águas de Nanã Buruque

Por Ronaldo Faria

Metamorfose desde ser parido à fimose. Conglomerado de ideias, pesadelos, transtornos, torniquetes e celebrações promíscuas e pífias, nas perfídias e desditas. Talvez simbiose em quântica osteoporose que junta ossos, destroços e mil outros troços. Afinal, tanto faz como tanto fez. Num dia qualquer só irá sobrar "um aqui jaz". Assim, para por fim no fim, ouçamos o som das águas como fosse um prelúdio em jazz. Água que do alto cai, cairá...

Na novidade

 Por Ronaldo Faria Coisa nova, feito novidade nos abrolhos que os olhos ainda podem enxergar, fetiches de poesias jogadas ao chão. Amores ...