Por Ronaldo Faria
Metamorfose desde ser parido à fimose. Conglomerado de ideias, pesadelos, transtornos, torniquetes e celebrações promíscuas e pífias, nas perfídias e desditas. Talvez simbiose em quântica osteoporose que junta ossos, destroços e mil outros troços. Afinal, tanto faz como tanto fez. Num dia qualquer só irá sobrar "um aqui jaz". Assim, para por fim no fim, ouçamos o som das águas como fosse um prelúdio em jazz. Água que do alto cai, cairá...
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