segunda-feira, 15 de junho de 2026

Foi-se sem foice ou martelo

Por Ronaldo Faria


Sôfrego, trôpego, anacrônico e louco, o aprendiz de escritor e poeta dá boa noite ao mundo. Nalgum lugar, ultramarino ou sem mar, sua voz irá ecoar. E se assim não for, no torpor, a vida haverá de lhe prover algum lugar. Ou como diz o poeta maior, ali só falta capinar. E no amor sem finitude regar.

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