Por Edmilson Siqueira
O disco que tenho dele foi lançado em 1995, dentro de uma coleção chamada simplesmente de "Jazz" da "Ediciones del Prado", espanhola, por supuesto. No pequeno encarte, apesar do bom trabalho com as fichas de cada música, não há nada mais, apenas um aviso que "esta brabación no puede ser vendida separadamente de la coleción". Mas foi.
Segundo descobri nas internets da vida, a editora "fue una de las editoriales españolas más influyentes en el mundo de las colecciones por fascículos. Fundada a finales de los años 80 en Madrid, se convirtió rápidamente en un referente gracias a sus publicaciones culturales, históricas y educativas, así como a sus famosas series de miniaturas y modelos coleccionables distribuidos en quioscos." Como se vê, a editora foi grande, Aliás, distribuía os famosos gibis do Asterix, de quem fui, e sou, grande fã. Mas encerrou suas atividades em 2007.
A coleção "Jazz", não encontrei na rápida pesquisa que fiz. Mas o que interessa aqui é que o disco de Teddy Wilson é um divertido exemplar de um jazz que quase não se encontra mais por aí, a não ser em conjuntos que tentam preservar o rico passado do gênero.
As gravações variam de 1934 a 1945, um fértil período do jazz nos Estados Unidos, principalmente em Nova York, onde foram feitas todas as gravações, com exceção de apenas uma delas. Das 13 faixas, uma delas é um solo, obviamente, ao piano. Seis delas é com a "Teddy Wilson and his Orchestra"; duas com sua "Big Band", duas com um sexteto, uma com um quarteto e uma com um trio. Como se vê, nesses 11 anos que as gravações abrangem, Teddy passeou por vários formatos de grupos.
A Wikipédia nos informa que Teddy Wilson "foi descrito pelo crítico Scott Yanow como o 'pianista balanço definitivo', com um estilo sofisticado e elegante que foi destaque nos registros de muitos dos maiores nomes do jazz, incluindo Louis Armstrong, Lena Horne, Benny Goodman, Billie Holiday e Ella Fitzgerald. Com Goodman, ele foi um dos primeiros músicos negros a aparecer com destaque com músicos brancos. Além de seu extenso trabalho como sideman, Wilson também liderou seus próprios grupos e sessões de gravação do final dos anos 1920 aos 1980.
Segundo descobri nas internets da vida, a editora "fue una de las editoriales españolas más influyentes en el mundo de las colecciones por fascículos. Fundada a finales de los años 80 en Madrid, se convirtió rápidamente en un referente gracias a sus publicaciones culturales, históricas y educativas, así como a sus famosas series de miniaturas y modelos coleccionables distribuidos en quioscos." Como se vê, a editora foi grande, Aliás, distribuía os famosos gibis do Asterix, de quem fui, e sou, grande fã. Mas encerrou suas atividades em 2007.
A coleção "Jazz", não encontrei na rápida pesquisa que fiz. Mas o que interessa aqui é que o disco de Teddy Wilson é um divertido exemplar de um jazz que quase não se encontra mais por aí, a não ser em conjuntos que tentam preservar o rico passado do gênero.
As gravações variam de 1934 a 1945, um fértil período do jazz nos Estados Unidos, principalmente em Nova York, onde foram feitas todas as gravações, com exceção de apenas uma delas. Das 13 faixas, uma delas é um solo, obviamente, ao piano. Seis delas é com a "Teddy Wilson and his Orchestra"; duas com sua "Big Band", duas com um sexteto, uma com um quarteto e uma com um trio. Como se vê, nesses 11 anos que as gravações abrangem, Teddy passeou por vários formatos de grupos.
A Wikipédia nos informa que Teddy Wilson "foi descrito pelo crítico Scott Yanow como o 'pianista balanço definitivo', com um estilo sofisticado e elegante que foi destaque nos registros de muitos dos maiores nomes do jazz, incluindo Louis Armstrong, Lena Horne, Benny Goodman, Billie Holiday e Ella Fitzgerald. Com Goodman, ele foi um dos primeiros músicos negros a aparecer com destaque com músicos brancos. Além de seu extenso trabalho como sideman, Wilson também liderou seus próprios grupos e sessões de gravação do final dos anos 1920 aos 1980.
Wilson nasceu em 1912 e morreu em 1986, aos 73 anos. Começou sua carreira profissional em 1929 com a banda de Speed Webb . Depois de excursionar com a banda, ele decidiu ficar em Chicago e trabalhou com Louis Armstrong e sua orquestra entre 1931 e 1933. Ele também foi substituto de Earl Hines na Grand Terrace Cafe Orchestra de Hines antes de se mudar para Nova York para se apresentar com os Chocolate Dandies de Benny Carter em 1933.
O nome da coletânea que tenho é "China Boy" que vem a ser a décima faixa. A interpretação de dessa música por Teddy Wilson é um belo exemplo do swing elegante e sofisticado que marcou a carreira do pianista. A canção, composta em 1922 por Phil Boutelje e Dick Winfree, tornou-se um standard do jazz e foi gravada por inúmeros artistas ao longo das décadas, entre eles Benny Goodman, Louis Armstrong e Coleman Hawkins.
No caso de Teddy Wilson, “China Boy” ganha um tratamento refinado, marcado por seu toque leve, fluidez melódica e senso impecável de swing. Wilson foi um dos pianistas mais importantes da era do swing, conhecido pela clareza harmônica e pela capacidade de unir sofisticação técnica e naturalidade. Seu estilo influenciou gerações de pianistas de jazz.
Além de "China Boy", o disco tem as seguintes músicas, com o respectivo ano da gravação:
- "Somebody Loves Me" (G. Gersh, B. De Sylva e B. McDonald) - 1934
- "I'm Paintin the Town Red" (C. Newman e S. Stept) - 1935
- "All My Life" (S. Mitchel e S. Stept) - 1936
- "Why Do I Lie to My Wifw About You?" (J. Fred Coots e B. David)
- "Salin' (T. Wilson) - 1936
- "I've Found a New Baby" (S. Willians e J. Palmer) - 1937
- "If Dreams Come True" (E. Sampson, B. Goodman e L. Mills) - 1938
- "Wham" (E, Durham e T. Miller) - 1939
- "71" (B. Webster) - 1940
- "China Boy" (D. Winfree e P. Boutelje) - 1941
- "Indiana" (J. Hanley e B. McDonald) - 1944
- "i Want Be Happy" (V. Youmans e L. Caesar) - 1944
- "Rose Room" (A. Hickman e H. Williams) - 1945
O CD está à venda nos bons sites do ramo. Não encontrei no Youtube, mas nesse endereço https://www.youtube.com/watch?v=u7zJgXyI_e0&list=PLyqAz2idXOaXyFWqXPPEnT6k6pj4IWaPT há tudo que ele gravou na Verve. São mais de 100 títulos.


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