Por Ronaldo Faria
Sôfrego, trôpego, anacrônico e
louco, o aprendiz de escritor e poeta dá boa noite ao mundo. Nalgum lugar,
ultramarino ou sem mar, sua voz irá ecoar. E se assim não for, no torpor, a
vida haverá de lhe prover algum lugar. Ou como diz o poeta maior, ali só falta
capinar. E no amor sem finitude regar.
