Por Ronaldo Faria
Ela, num dado momento, se veste de flores. Depois, em folhas, se faz somente de amores. E mitiga os poucos versos do poeta. Perpetra sua eternidade em volúpias mil, faz de si mesma um tanto de verde e anil. Sombra etérea e senil. À ti, miríade eternizada, mil contos de fada, frágil saudade de ser, me entrego ao tardio padecer. E portanto, logo agora, me esvanecer um só em dois...
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