Por Ronaldo Faria
Melhor parar e dormir. Na cama dura, nas lapelas do som, saber sobreviver aos pesadelos de sonhos e ensejos mil. Todos loucos e com (in)certezas do que virá. A cada noite/madrugada um enredo tresloucado, drogado ou não, na insana loucura de ser. Mas, calma, o personagem em questão precisa esperar o horário dos remédios tomar. Enfim, quando a vida se resume a isso, ela vira algo nada pra se viver...
(Com Gil e Caetano)
