Por Ronaldo Faria
Caetano a caetanear, ao limite
entre a loucura, a sanidade e a tudo apraz que nos traz paz. No corpo uma cinta
que, creiam, magnetiza tudo. E a dor se esvai. Cai num vai e não vai. Loucura? Sei
lá. Pode ser. E nem fumamos aquele do bom que dá o tom. Como pode algo de tão
pouco dinheiro valer um tempo inteiro? Tanta dor e vontade de morrer e se
juntar à filha que dorme em cinzas do lado existia? Ainda há, sobre a filha. E
sumir e se deixar afogar na contemporaneidade que a idade já não dá. Talvez a certeza
incerta de que exista algo além do mar. E o mar aqui se faça qualquer lugar. Nos
milhares de quilômetros a trilhar.
Caetano a ser beta e Bethânia. Epifânia e drama. Coisa de expressa certeza do universo que o verso em veredas se envereda por nada ou qualquer dor. Ou seja, seja o que tiver de ser e for. No louvor dos orixás e chás alucinógenos, presenças de bares de esquinas como uma cidade em bar. A desabar. Como na fuga do louco de um grupo saudoso e sem que ninguém desse a mínima sequer. Mimetizado e alcoólico, volátil e calado nos seus gritos fundados em anos de ser, a certeza errante do navegante. E assim, entre a sanidade e o outrossim, nos cantaneemos e insurjamos nos trajetos dos fetos àquilo que ainda temos a decantar. Ou
Caetano a ser beta e Bethânia. Epifânia e drama. Coisa de expressa certeza do universo que o verso em veredas se envereda por nada ou qualquer dor. Ou seja, seja o que tiver de ser e for. No louvor dos orixás e chás alucinógenos, presenças de bares de esquinas como uma cidade em bar. A desabar. Como na fuga do louco de um grupo saudoso e sem que ninguém desse a mínima sequer. Mimetizado e alcoólico, volátil e calado nos seus gritos fundados em anos de ser, a certeza errante do navegante. E assim, entre a sanidade e o outrossim, nos cantaneemos e insurjamos nos trajetos dos fetos àquilo que ainda temos a decantar. Ou
