Por Ronaldo Faria
Coisa nova, feito novidade nos
abrolhos que os olhos ainda podem enxergar, fetiches de poesias jogadas ao
chão. Amores performáticos e atávicos, que ainda existem e persistem só para
querer ser. Imbróglios esquecidos na imensidão. Canção que serve de unção a apaziguar
a dor. Talvez, no derradeiro louvor, resista um amor.
Coisa nova, porque afinal toda novidade merece ter de nascer, que chegue e se achegue num maior florescer. Assim, na leviandade da vida, na idade que o calendário lendário e etário nos dá, se crie e se torne solstício no recriar. No caminhar dos dias, a dialética, disléxica, seja apenas uma pena que a ave no voo derrama por inteira.
Coisa nova, porque afinal toda novidade merece ter de nascer, que chegue e se achegue num maior florescer. Assim, na leviandade da vida, na idade que o calendário lendário e etário nos dá, se crie e se torne solstício no recriar. No caminhar dos dias, a dialética, disléxica, seja apenas uma pena que a ave no voo derrama por inteira.
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